segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Pai, te entrego todos!




"Só o Amor abre as portas das ilhas da dor e do silêncio das asas dos que voam nos átrios do Pai.

Pai, entrego a todos nas tuas mãos. Tu sabes embalar as suas almas que esperam o teu beijo, cuida delas.

Ao caminhar por entre os vales das lágrimas recolhidas nos rostos tristes dos que caminham, sinto a alma refrescar a sede da ausência do AMOR do Pai.

Sede Santos como Eu sou Santo, aí está a resposta e a oferta do pai: a SANTIDADE ao alcance de todos sem exceção.

A Santidade é a marca dos filhos reais do Pai.

A flor não nasce antes da planta que a germina, assim é a Palavra do Pai. Sim, colhe lentamente o sabor do fruto e será um alimento forte para a tua alma.

O Pai apenas bate à porta do coração, jamais força a abertura. São as tuas mãos que tem que encontrar a força e a coragem para o abrir ao desconhecido eterno.

Ao caminhar, Pai, através do vale da dor e da alegria, estende os teus braços e abre as tuas mãos para que as tuas brisas de ESPERANÇA molhem todo o nosso ser e refresquem a nossa alma seca pelos ventos dos desertos.

Pai entrego a todos nas tuas mãos. Tu sabes embalar as tuas almas que esperam o teu beijo, cuida de todas.

Sanctus, Sanctus, Sanctus!

Salve Regina!"

Irmão Silêncio, Monge Trapista


Um comentário:

Lua dos Açores disse...

Sempre bom ler estas palavras do Irmão que tanto bem me fizeram e fazem. Que Deus o abençoe...

Vc conheceu-o na CN?

Abraço fraterno